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terça-feira, setembro 07, 2010

Partiu!...

...o amigo, companheiro e camarada Constantino da Graça Lopes, de tantas causas, partiu. Ontem andei todo o dia cabisbaixo com a morte deste amigo. Hoje, que ele vai a enterrar pelas 16Horas, no cemitério de Casais, lugar e sede de freguesia do Concelho de Tomar não resisti a escrever estas magras e amargas palavras. Também elas ajudam a libertar o espírito. Fiquei melhor! Vai, soubeste estar à altura dos anseios dos teus concidadãos! Até um dia...

sábado, setembro 04, 2010

Partiu...

...José Torres, o homem de Torres Novas deixou-nos: foi um exemplo de homem e de desportista. Os Pais eram da freguesia de Asseceira, concelho de Tomar e um dia partiram para Torres Novas onde foram comerciantes de peixe.
Adeus, Bom Gigante!...
Foto na fonte da notícia)

terça-feira, julho 27, 2010

Partiu!...

...foi um grande amigo. Penitencio-me por não estar presente no funeral. Quando soube era tarde!

sexta-feira, junho 18, 2010

De luto!...

...a cultura portuguesa está mais pobre! José Saramago, o nosso Nobel da literatura partiu. Vergo-me perante este ícone, autor de tantas obras literárias, muitas delas a provocarem discussão, quando do seu lançamento e não só, o que o tornou mal amado de uns tantos arreigados a um conservadorismo exacerbado para o tempo que vivemos.
Penitencio-me, perante o escritor hoje desaparecido, porque ainda não acabei de ler a última obra, escrita no ano passado: CAIM.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

in memoriam

Um "requiem" significa recordar quem nos deixou. Com este, vão muitos pensamentos para quem partiu nos últimos tempos. A amizade permanece, quando de repente se abre uma janela, visiona-se o amigo(a), recorda-se e deixa-se vir ao de cima a saudade. Paz!!!

Partida

(imagem: in vianablogfiles)
Foi. Até um dia!!!

sexta-feira, novembro 13, 2009

Foi

Faleceu o Padre António José dos Santos: padre, místico, homem de catequeses, de personalidade forte e de uma cultura fora do vulgar. Foi ele que motivou no bloguista não só a arte de escrevinhar, mas também o gosto pela viagem. Em cada local visitado o Padre António debruçava-se sempre sobre os motivos da cultura local e depois saboreava um bom repasto, privilegiando a cozinha aí reinante. Era um bom garfo e o regionalismo perdeu um dos melhores agentes que teve. Obrigado, Padre António.