
Dê-lhe argumentos!...que Cavaco gosta.
(Imagem: in economico.sapo.pt)


Isto é uma relíquia sensacional...autor de muitas músicas de todos os clássicos franceses.
...no Olival para animar o pessoal desta simpática Vila e os Oureenses espalhados não só, pelo concelho de Ourém, mas também um pouco por todo o lado. O chicharro é uma comida secular, usada antigamente pelas famílias em tempo de frio acompanhados quase sempre por bacalhau e broa e, as famílias menos bafejadas pela sorte, acompanhavam-nos com petingas, raramente do dia, que eram conservadas em cima de caruma ou então estavam guardados na "loja" (casa destinada aos animais, que se situava por baixo do primeiro andar - com função também de aquecimento), furadas pelos olhos num arame em circunferência, dependurado. Os chicharros tinham grande peso na economia domestica, um pouco por todo o lado, antes da vinda da batata para a Europa (sec. XVI).
Um jogo de fazer inveja para quem gosta de neve, e da "grossa". Aquela neve até derretia artelhos, não? Fica a fotografia para recordação do Estádio e já agora do jogo. Parabéns ao FCP.
É ainda uma oportunidade ainda, para muitos dos Oureeenses visitarem o (novo) "Pavilhão Multi-Usos" da Escola Secundária da cidade de Ourém.
O mito do Sebastianismo foi desfeito. Apareceu!...na tela. Sonhos de uma aventura bélica na busca de aumentar o Império aquém e além-mar. Hoje a esperança é outra e a vã glória de mandar foi-se. Os portugueses contentam-se com a periferia da Europa desnorteada e sem ambição para o futuro. Este "jardim à beira-mar plantado" vencerá de certeza a crise, e voltará a ter rumo. Somos capazes!
Recebeu uma herança terrível do seu predecessor e, em dois anos, tem vindo a procurar inverter radicalmente a situação, não obstante a agressividade dos seus opositores internos, primários e ignorantes, do Tea Party, e, em geral, dos conservadores do Partido Republicano. Apesar da derrota sofrida nas eleições do meio do seu mandato, que lhe cria problemas sérios no Congresso, mantém a calma e prossegue, imperturbável, o seu caminho.
Os portugueses tiveram a oportunidade de ver Obama, em directo, pelas televisões, e de compreender, como actuou durante os dois dias, repletos de eventos, que esteve em Portugal, nas cimeiras da NATO e dos Estados Unidos/ /União Europeia e no encontro (histórico) com o Presidente russo, Medvedev, donde saiu uma parceria entre a NATO e a Rússia. Que diferença entre Barack Obama e os seus homólogos europeus, que quase desapareceram de cena, ofuscados quanto à clareza, clarividência, simplicidade das suas posições e à sua visão global de um mundo de paz, de prosperidade e de coexistência!...
A Europa, maioritariamente conservadora, que nos governa - bem como grande parte da imprensa europeia - nunca apreciou especialmente Obama. Ao contrário dos cidadãos europeus, que sempre o aclamaram, entusiasticamente, em todos os países por onde passou. Em Portugal, salvo honrosas excepções, a nossa imprensa empenhou-se, durante a sua estada, mais em descrever o avião que o trouxe - o Air Force One -, a contar o números dos seus seguranças e o insólito dos seus dois Cadillacs gémeos, "as bestas", como lhes chamam, do que a comentar o que disse, que foi tão importante, a influência natural que provoca nos seus interlocutores e, ao mesmo tempo, a simplicidade com que falou com toda a gente...
Reflicta-se como Obama, em dois anos, mudou a imagem da América, em todos os continentes e tanto fez pela paz e pela boa convivência entre os povos. Foi um arauto do multiculturalismo, advogando a pluralidade de um mundo global e procurando recentrar a ONU. Criou uma relação especial com a China, que, aliás, foi mal interpretada, pelos europeus, na Conferência de Copenhaga. E, depois, com a Rússia, como agora se verificou, com a presença do Presidente Dmitri Medvedev e as conclusões que resultaram da nova parceria entre a NATO e a Rússia e dos acordos que se estabeleceram quanto à defesa antimíssil. Quem, nos tempos da Guerra Fria, seria capaz de pensar em tal? Ou mesmo depois da queda do Muro de Berlim, do colapso da URSS e do comunismo ou da era Bush?
Durante a viagem que fez pela Ásia - que ganhou uma nova centralidade com os países emergentes -, Barack Obama visitou a Índia, a Indonésia, a Coreia do Sul e o Japão, todos países democráticos, com os quais estabeleceu laços muito fortes. Foi uma forma pacífica e inteligente de "cercar" a China, assegurando entre os grandes potentados asiáticos que não haverá conflitos bélicos, nos próximos anos, e que os Estados Unidos se tornaram, ao contrário do que eram, um interlocutor de paz e um eventual mediador dos conflitos que possam surgir.
Nas cimeiras de Lisboa, transformou a NATO numa organização pacífica e de cooperação entre antigos Estados inimigos, como a Rússia. E encontrou uma saída para a Guerra do Afeganistão, semelhante à do Iraque, limitando a intervenção das tropas americanas - e dos seus Aliados - com o aval da ONU, até 2014. Já não era sem tempo.
É óbvio que o complexo industrial e militar americano, denunciado por Eisenhower, há tantos anos, não ficará satisfeito. Contudo, Barack Obama deu um passo enorme em favor da paz e da sua visão política global, que até agora claudicava em relação ao Afeganistão. Ficará mais à vontade - e com mais autoridade - para pressionar Israel e a Autoridade Palestiniana, no sentido da paz e para convencer o Irão (que lançou um míssil no sábado passado e não foi por acaso) de que o mundo não aceita mais a proliferação das armas nucleares. Embora o Congresso americano não tenha ratificado ainda o Stark II, o que não vai ser nada fácil.
Claro que o terrorismo islâmico tem de continuar a ser eficazmente combatido. Mas com inteligência e por outros meios que não envolvam os Estados Unidos em guerras com Estados soberanos, que se sabe quando começam mas não quando e como acabam. Foi o que sucedeu com as infelizes guerras em que Bush envolveu os Estados Unidos e a Europa, contra o Afeganistão e o Iraque, arrasando as populações e os respectivos Estados, sem tocar no terrorismo, nem no próprio Ben Laden. Pelo contrário, alimentando-os. Vide os actos criminosos de pirataria que têm vindo a ocorrer no Sudão".


"Lisboa no centro do mundo
2. Durante dois dias, Lisboa transformou-se, como os jornalistas estrangeiros sublinharam, "no centro do mundo". Passaram por cá grandes figuras político-mediáticas que, diga-se, ficaram um pouco apagadas pela sombra de Obama. E, no último dia, de Medvedev.
Para Portugal, esses dias constituíram um êxito político incontestável. A organização foi sem falhas, não houve o mais pe-queno incidente e os nossos serviços de segurança foram impecáveis. Até na maneira como acompanharam a manifes-tação pacífica que desfilou pela Av. da Liberdade e evitaram que alguns anarcas, na maioria estrangeiros, se juntassem à manifestação autorizada e a pudessem perturbar.
Num momento em que o ego português anda tão em baixo, Sócrates marcou pontos e demonstrou, apesar das dificuldades, que não devemos menosprezar, o prestígio de Portugal no mundo, que, aliás, continua em alta. Como se percebeu, pelas vozes, sem excepções, dos altos responsáveis que nos visitaram e elogiaram a hospitalidade portuguesa e a excelência da nossa organização.
Alguns comentadores habituais, tomando a sua vontade pela realidade, têm vindo a ganhar o hábito de arrasar Sócrates, em todas as circunstâncias, lançando mão de todos os pretextos. Como se estivesse na iminência de cair. É óbvio que não está, sem que haja eleições, porque se é primeiro-ministro, é por ser o líder do partido mais votado há um ano. A verdade é que, de cada vez que o atacam, Sócrates renova a sua enorme energia e surpreende pelos êxitos que consegue. Fazem mal em menosprezá-lo, sobretudo quando não se vê, a curto prazo, quem o possa substituir..."

A União Europeia e a crise do euro
3. É hoje um lugar-comum dizer-se que a União Europeia está em crise. Na guerra das moedas, o euro em alta, perante o dólar e o yuan, dificulta as exportações dos produtos europeus, mas terá também algumas vantagens, como a de ser moeda de referência. Surgiu então a chamada crise do euro, em consequência de alguns países europeus, periféri-cos, mas não só, começarem a ter grandes dificuldades em função dos défices dos Estados, como a Grécia, ou do endividamento brutal dos bancos, como a Irlanda.
A Alemanha, com medo de ter de pagar a insensatez dos Estados gastadores, parece ter perdido o sentido da solidariedade entre os Estados da União. Na verdade, as declarações da senhora Merkel só alimentaram a ganância dos mercados, agravando a situação. Teve, depois, de recuar, dizendo que uma ofensiva contra o euro podia levar à desintegração da União. É verdade como aqui já escrevi, mas é muito negativo que ela o tenha feito.
No entanto, a crise não é só monetária. É, sobretudo, político- -institucional e de valores que condicionam o resto, uma vez que, na União ultra-conservadora que temos, os grandes Estados não se entendem entre si e estão também a perder o sentido da solidariedade, incapazes como são de dar um salto institucional que crie um governo económico, e até político, que dê uma orientação à Europa e seja respeitada por todos os Estados membros, quer sejam da Zona Euro quer do Espaço Schengen. Aliás, trata-se de duas Europas diferentes: os 16 da Zona Euro e de Schengen e os 11 que estão fora.
O Tratado de Lisboa, que não resolveu essa dualidade, começa a não fazer sentido, nesse aspecto. Por outro lado, parece ter vindo a complicar as coisas, justapondo à Comissão - e ao seu presidente - um outro presidente e uma vice-presidente responsável pelas questões internacionais. Quem se entende assim? O Conselho Europeu, com os seus 27 membros, significa, para o exterior, ninguém. Uma vez que o "motor" franco-alemão também dá sinais de não funcionar, em virtude dos graves problemas internos que ambos têm.
Não creio, assim, que Barack Obama, neste quadro negro europeu, não tenha sido capaz de extrair da Cimeira Euro-Americana nada de especialmente concreto. Só boas intenções. Foi, de resto, o que pareceu. Dos dirigentes europeus, algum propôs uma ideia nova? Merkel, Sarkozy, Berlusconi, Cameron, ou qualquer outro? Puseram a falar Von Rompuy e Durão Barroso ao lado de Obama. Mas só disseram o que já se sabia. Oxalá me engane.
Olha aqui fecharam as Extensões de Saúde! É uma experiência que pode servir alguns Centros de Saúde, nomeadamente os Centros de Saúde do Concelho de Ourém: Ourém e Fátima. Não é uma situação nova em saúde, mas como os ACES são contíguos e dentro do Distrito de Santarém, nada melhor do que daqui alguns meses ser feita uma avaliação séria do serviço prestado por aquela reorganização de serviços, à aquela população, tendo com fim último uma nova implantação dos serviços em saúde, um pouco por todos os Concelhos, sobretudo naqueles onde ao sabor do vento foram implantadas muitas Extensões de Saúde: nesta área de serviço de apoio(?) à população, Ourém por uma opção cega de caça ao voto, em tempos eleitorais, não escapou. A criação dos ACES não pode pode significar só descentralização de serviços, com novos custos em gestão, mas sobretudo melhor qualidade de serviços a prestar aos clientes. Sabemos que a população está a passar um mal bocado por falta de profissionais médicos, diagnosticada há mais de duas décadas, mas também acreditamos que as Entidades de Saúde, Autarcas e toda a população sente uma necessidade de reforma local da Saúde, para que ela não seja prestada à hora , à peça e em determinados dias, como acontece, o que se torna um esbanjar dinheiro público, sem qualidade dos serviços prestados aos utentes, mal causador de muitas desilusões e tristezas, quase sempre sem culpa dos profissionais prestadores. Os clientes da saúde, que somos todos nós necessitamos de liberdade de escolha do profissional médico, em locais geográficos escolhidos estrategicamente, a laborarem das 08h às 20h. Não há que ter medo: chegou a altura de todas as entidades envolvidas se sentarem à mesma mesa para a "busca" de melhores soluções. Ganhamos todos! Os Cuidados Primários de Saúde passarão a ser excelentes, com novas soluções de funcionamento. É a eles que os portugueses devem muito: a baixa mortalidade infantil e o aumento da longevidade.
A crónica do Dr. Mário Soares hoje no DN, serve-nos 4 pratos fabulosos. Além do link, espero transcrever os mesmos, devido à sua real importância, começando pela ordem inversa: este para mim será o primeiro.Manifestações e greves
4. Os sindicatos e alguns partidos, perante a dureza da crise, que os portugueses começam a sentir na carne - e, infelizmente, sentirão mais a partir de Janeiro de 2011 -, acordaram para as manifestações e marcaram uma greve geral para amanhã. Antes, os estudantes de Coimbra, vieram até Lisboa manifestar-se e no sábado passado houve uma manifestação anti-NATO pacífica e relativamente fraca em número de pessoas.
Os manifestantes estão no seu direito, uma vez que os cidadãos, em democracia, são livres de se manifestar, nos termos da lei, e por forma não violenta. Estamos, felizmente, em democracia. Portanto, nada a dizer. Os sindicatos são fundamentais para mediar os conflitos sociais e para assegurar o diálogo social.
Mas será que as manifestações servem, num mínimo que seja, para mudar a realidade que temos e de que, naturalmente, não gostamos? Contra este Governo ou qualquer outro? Algum partido, no Parlamento, já apresentou - ou pensa apresentar - qualquer moção de censura contra o Governo, indicando que alternativa propõe para a política que seguimos e que nos foi imposta - não o esqueçamos - pela União Europeia? Haverá quem queira que Portugal saia da União Europeia, hoje, apesar do mal-estar que se vive? Para vivermos ainda muito pior? Assim, para que servem as manifestações e mesmo a greve geral? Para animar a malta? Ou como válvula de escape do natural descontentamento? Só pode ser para uma das duas coisas. No actual contexto, as alternativas preconizadas pelas centrais sindicais - que, aliás, são pouco claras, do meu ponto de vista - dificilmente serviriam os interesses dos seus associados e da generalidade do povo português.
Chegou atrasado este "menino", como tal não tem direito a bombons. Se calhar alguém teve!...gosto dos "smiles". Venham mais cinco: são seis.
O povo paga e não se vislumbram critérios de muitos dos serviços prestados às populações serem desonerados. Porque será?...serão só custos à cabeça imputados à exploração, ou haverá vencimentos chorudos acima da média, benesses, viaturas de administração e tantas outras coisas. O Zé paga tudo: são maleitas destas e de outro género que, não só fazem uma desigualdade enorme, mas também manhosa entre a nossa sociedade, infectando a democracia. É de fartar vilanagem!...por cá o pagode quase sem "tesão" vai assistindo com cara de "trízia" à chegada de soluções para a crise do País. Há tanta maneira de começar esse combate à "dita" sem agressão aos que menos podem.
A nossa Orquestra de Sopros estará esta noite em Beja, no Teatro Municipal "Pax Julia" a disputar a final do Concurso Nacional de Bandas Música, levado a efeito pelo Inatel. Daqui, um grande abraço para todos os músicos, maestro,direcção da Academia de Música da Banda de Ourém e boa sorte. Por cá estamos todos a torcer por vocês e que consigam o objectivo final: GANHAR!
Assim, sim! Ainda há gente que tem coragem de falar contra o jornalismo de "sarjeta". Precisa-se de melhor jornalismo. "Um totalitarismo que estabelece o sistema judicial como centro do poder"-não, obrigado!...
Bruno Oliveira, vencedor do Desafio ELF / Mazda 2008 e também responsável deste projecto desportivo, vai apresentar a formação que irá alinhar nesta importante competição internacional e onde o destaque vai para a presença na equipa açoreana da alemã Ellen Lohr.
Para além da piloto, um icone do desporto automóvel mundial, estarão igualmente presentes nesta Conferência de Imprensa os restantes membros da equipa: a consagrada Lígia Albuquerque e o alemão Chris Vogler.
A Conferência de Imprensa terá lugar no próximo dia 25 de Novembro, pelas 10h30, na Loja Açores situada na Avenida Elias Garcia, nº 57 em Lisboa.
Coitadinhos de nós que somos um país periférico: de economia disse nada! Era bom que fosse abordada outra organização da Europa. Talvez uma federação dos Estados, para que a "fusanga" económica entre os países membros acabasse e o machado da aquisição dos submarinos fosse embora de vez. Uma Europa unida, um só exército e uma solidariedade económica e social entre os povos europeus, desejam-se. Enfim, sabemos que isso não acontecerá com os líderes europeus que temos.: estes gostam de estar de calças na mão perante o senhor Obama & C.ª. Estados Unidos só beligerantes e de economia vilâ, não necessitamos! Queremos mais.
...existem um pouco por todo o lado: por cá e por lá . Também os comentários tristonhos de Del Bosque. Como não bastasse o jornal desportivo francês L´Equipe, fala que Portugal se vingou.
Parece que vai haver alguma paz para a nossa economia. A Irlanda já tem no pescoço a corda da austeridade a impor pelo FMI. Em Portugal se houver um pouco de bom senso e acalmia partidária, com o volume de exportações a aumentar, graças a algumas manobras económicas do 1.º Ministro José Sócrates, que se tem apresentado sem complexos de postura política pouco alinhada, perante alguns chefes de Estado, nomeadamente da Líbia, Venezuela, Brasil e ultimamente da China e, com o último périplo relâmpago pela Índia e Macau as nossas exportações parecem que continuarão a crescer no futuro o que trará algum equilíbrio a nossa balança financeira e sua recuperação
...levam as cidades de Ourém e Fátima a estar mais próximas do zona Pinhal. Outras potencialidades turísticas se abrem para todas as partes envolvidas por este novo benefício viário, como sejam as praias fluviais, que pululam um pouco pelo rio Zêzere e seus afluentes. Há toda uma nova actividade económica a desenvolver. Urge espreitar imediatamente oportunidades e candidaturas conjuntas, não só na área do turismo, mas também em outras áreas de complemento à anterior.
A Cimeira da Nato a realizar no final da semana em Lisboa já está a causar transtornos a muita gente, afectando também a economia já depauperada dos pequenos e médios empresários: da economia do País esqueçam! O blogueiro tem consciência do tremendo disparate que vai escrever, não fugindo muito ao espírito do que que exarou no seu perfil - "mesmo civil", afirma: porque é que esta gentinha da Cimeira, que já está a rumar para Portugal não se arruma no Campo Militar de Santa Margarida?...aqui sim, julgo!...lá que o firmamento português fosse inundado de objectos voadores rumo ao maior campo militar do País e as teias de aranha fossem vasculhadas da Base Aérea de Tancos, pelo menos os alfacinhas e tantos outros cidadãos dependentes da Capital, não se sentiriam prejudicados com este evento. Opine-se o que quiser, mas o seu carácter é bélico. Enfim, sou eu que penso mal!...deixem-me por favor ficar com esta loucura!...
A propósito da crise que Portugal vive, com o aumento quase contínuo da dívida pública, foco estas palavras muito importantes de Artur Santos Silva - A União Europeia "tem que mostrar que está verdadeiramente interessada em construir uma Europa una e solidária" e "os portugueses têm que mostrar coesão politica". Estas palavras deixaram de ser só usadas por alguns políticos, nomeadamente o Dr. Mário Soares, para também se ouvirem da boca dos Banqueiros, pois são muito importantes para todos e cruciais para a economia do país. Ontem, o presidente da Sibs, Vítor Bento, proferia aos microfones da TVI24 afirmações semelhantes. Terei que concordar: o tempo não vai propriamente para politiquices partidárias. Os mercados internacionais financeiros só acreditarão em nós, quando se aperceberem da existência de uma trégua política. Agora se os Partidos com assento parlamentar vão ou não fazê-la, veremos! O País e toda uma população mais desprotegida mereciam esse esforço, assim como a democracia.
Todos falam ao blogueiro nesta fotografia do jornal "Notícias de Fátima". Gosto, formulando um desejo: os eventos nunca devem parar nesta terra, desejando cada vez mais a sua realização, com características de excelência! Estes acontecimentos são de vital importância para o desenvolvimento sócio-económico do Concelho de Ourém, para não falar do enriquecimento cultural dos Oureenses, que se torna um valor acrescentado.
...diz o Dr. Silva Lopes. Eu digo, ámen! Os cidadãos mais desprotegidos de certeza que pagarão mais ou menos a mesma coisa pela crise com ou sem entrada no País do FMI, mas há por aí muita boa gente a temer a sua entrada. As empresas privadas não devem estar muito preocupadas com isso. Agora, os gestores públicos e gentinha afim começa a dormir pior que eu, a pensar como administrar a sua carteira, até agora folgada, parece-me! Com calma aguardaremos pelo desenrolar da fita.
As fotografias que contribuíram para muita gente dormir mal a noite passada. Caraças!...
Este evento vai trazer técnicos da área social, autarcas e instituições de Solidariedade Social à cidade de Ourém. A partilha de experiências nestas matérias sociais revelam preocupação nos cuidados a prestar à população do Distrito. A CMO cumpre os seus objectivos de disponibilidade, inovação e dá ao mesmo tempo a conhecer o Concelho aos visitantes. Todos os participantes podem contar com uma coisa: Ourém recebe bem!
Dá-me algum prazer ver o nome de Ourém propalado, por boas causas, para fora das "fronteiras" concelhias, se assim se pode afirmar em termos dos "media". Boa!...
Por aqui uma entrevista de um Oureense, Mário Albuquerque, ao jornal "O Mirante". Recorda-se que o professor Mário Albuquerque desempenhou diversos cargos políticos, nomeadamente: Presidente de Câmara de Ourém, Deputado na Assembleia da República e Governador Civil do Distrito de Santarém. É uma entrevista agradável de ler. ...e também de força para todos aqueles que atravessam grandes dificuldades, ao momento.
No passado sábado o edil do concelho de Ourém após a inauguração da Feira de Sta Iria deu uma conferência de imprensa, conforme o blogueiro informou por aqui. Referi que deixava para os "media" a avaliação e síntese das palavras proferidas por Paulo Fonseca, presidente da Câmara de Ourém. Este "recorte" jornalístico foi o primeiro que encontrei!
Para os amantes dos cavalos a feira de. São Martinho na Golegã, feira de quatro séculos e meio, começa amanhã, dia 5 de Novembro, prolongando-se até ao dia 14.
Os autarcas preocupam-se tanto com a saúde dos seus munícipes, que por vezes falam de mais acerca da organização das Unidades de Saúde. A saúde para ter qualidade urge ter outra organização no terreno. Deixo um convite! transformar aquilo que era ontem em três ou quatro Unidades de Saúde, conforme a dimensão de cada Concelho, em serviços apelativos com um funcionamento das 08H00 às 20H00.
Permitam-me um comentário! Todos à procura do antítodo para a resolução dos males que o "pagode" sofre, será?...Até no crescimento demográfico! Portugal é o 8.º País do Mundo com a população mais velha. Nem para fazer filhos isto já dá!...António Guterres estás perdoado! Assim não! Ontem começou o maior atropelo já alguma fez feito em matéria de Segurança Social: cortes no Abono de Família. Um roubo descarado às famílias mais desprotegidas, que quase sempre têm o maior número de filhos. Rouba-se em vez dos Serviços terem controle de fiscalização eficiente na Segurança Social, não só neste beneficio, mas também em outros. HAJA vergonha! tantos anos com publicidade nos "media" a esse Organismo, que custou rios de dinheiro (tenham coragem de apurar esses custos) e agora um corte desenvergonhado, que em meu entender é quase criminoso. Começou logo mal quando o "Abono de Família" deixou de ser para todos (e não foi nos governos PS): ficou ferido o princípio da universalidade da Segurança Social. Verificando-se a última redução nos "abonos" nem há palavras para classificar este vil acto, que fará desaparecer todos os dias, um pouco de nós...