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quinta-feira, junho 28, 2012

Fim da República!


Portugal, após quase novecentos anos de história está a chegar ao fim às mãos do famigerado governo de Pedro. Primeiro, como medida de resolução da economia dos portugueses, Passos seguiu o seu Secretário de Estado da Juventude e ordenou que os jovens  de uma maneira geral, além de outro pessoal sem emprego, emigrassem. Agora, o governo pela mão do lambreta, ministro Pedro Soares, outro membro "caridoso" da sociedade Passos & Portas SA, corta no subsídio de maternidade, depois de ter levado muito da existência participativa da Segurança Social. Chiça! O Pais está a bater no fundo! Porém, aos casais novos nem isso é permitido se pretenderem  uma paternidade programada. Os poucos tostões roubados desta maneira ao subsídio dificultam cada vez mais o desejo de aumentar a natalidade por parte dos jovens casais portugueses. Será que procriar também começa a ser um direito dos mais ricos, o que torna uma sociedade mais "raffiné", como que a correr para o lado de uma sociedade hitleriana, para salvar a classe dos opressores da Constituição? Duvido, um país só tem futuro, se o direito à vida não for dificultado pelos governantes. À laia de conclusão: é dever do PR e dos portugueses correrem depressa com o governo, enquanto eles não são motivados pela a avidez total do poder a instalar "de iure" uma ditadura, porque ela "de facto" já por cá mora!...Enfim, acorde-se. A República pode chegar ao fim!

domingo, janeiro 22, 2012

Novo estilo de vida

Bem, o que surge por aqui quase se torna inevitável, sobretudo nas grandes cidades do País. Nas cidades pequenas, vilas e aldeias já é um pouco assim: a vida faz-se com inter-ajuda das famílias e de  muito associativismo, quer seja ele de ordem social, quer seja de ordem cultural. Resta saber se a crise contribuirá para aumentar a natalidade, com o "retiro" forçado das famílias em casa. Ainda por cima as "modernizes" de transformação da televisão, provocarão um apagão em muitos aparelhos, apesar de quem gere essa esfera comercial (?) dizer o contrário. Ainda por cima a electricidade não parará de aumentar, o que levará muitos casais mais cedo para a cama na defesa do orçamento paupérrimo das suas famílias. Como diz o povo, com descrédito de muita gente, onde eu me incluo, "não há fome que não dê em fartura".
 (Imagem: inessenciamagica.blogspot,com)
Há uma coisa de que tenho medo! Que o associativismo seja controlado por iniciativas de poder organizacional autoritário. Recordo, que as famigeradas "casas do povo" no antigo regime mataram a organização e cultura dos aldeões, sobretudo a nível de freguesia.Os tempos são outros, mas a diminuição cega das despesas pode acarretar coisas da "alma da breca". Haja atenção! Não deixemos apagar as nossas instituições.