Amanhã, lá teremos que ouvir o gago Ministro das Finanças, o senhor Vítor Gaspar anunciar coisas doces para todos os portugueses. Então, julgo por bem servir, como intróito às "meigas" palavras da Excelência, este pequeno aperitivo de "míseras" reformas auferidas por uns bons malandros, ao serviço da Caixa Geral de Depósitos. Fiquem a saborear e nem vale a pena fazer muitas contas: o escandâlo está à vista! Digeriram bem?... A mim a notícia causou-me muitas náuseas: nem sei se é do valor das reformas auferidas por esses malandrinhos, face ao tempo gasto em serviço dessa Instituição, ou se é por pensar que há doações monetárias escandalosas doadas(sabe-se lá por quem - a seita que se encobre uns aos outros) a menos de 1% dos portugueses. Pronto! Melhor é acabar, dizendo que vivemos numa sociedade de merda, em que alguns através da democracia, desprezando-a e atropelando-a por artes manhosas, com bases em leis distraidamente(?) elaboradas, conseguem colocar meio mundo descontente e a viver mal, enquanto eles podem gastar à grande e à francesa. Temos o que NÃO merecemos!
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terça-feira, outubro 02, 2012
quarta-feira, agosto 31, 2011
O Ministro vai falar!...
...mais uma vez vai aparecer esta tarde o Ministro Gaspar para dizer outras tretas aos portugueses, carregando nas medidas de austeridade para o povo, donde já se pode concluir: o Governo continuará com a sua marca: tratar os ricos como pobres e os mais desfavorecidos como ricos. Certamente, se esquecerá de falar deste buraco do seu correlegionário Alberto João não arrolado, por manha ardilosa do Governo da Madeira, como é habitual. Os cubanos pagarão, que remédio, mas cuidado a tampa pode saltar, senhor Ministro das Finanças. Você não está lá por Bruxelas, num gabinete. Está no terreno, onde estão pessoas descontentes e um país a trabalhar com o motor ao relantim, para menos. Os portugueses demonstraram serem capazes de suportar sacrifícios, mas os mesmos não estão a ser para todos: o tal tratamento dos ricos como se fossem pobres! Tem que doer a todos, palpito! Se, assim for, talvez os mais desprotegidos fiquem um pouco aliviados, suponho!...caso contrário, o turbilhão social pode chegar à rua. Tenha cuidado!
Post scriptum - recordo a frase do PR, talvez proferida com algum cinismo. Vale mais do parece:"há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos".
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