Mostrar mensagens com a etiqueta aldeias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aldeias. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, outubro 10, 2012
quarta-feira, setembro 26, 2012
O bom gosto das aldeias!...
...e o seu povo. Quando cheira a festa as casas antigas revestem-se de branco, como que a recordar os tempos da cal esbranquiçada! O povo gosta das suas tradições!...
sábado, novembro 05, 2011
Da minha janela!...
...contemplei o arco-íris, logo pela manhã! Quando criança era apelidado de "arco da velha", na minha aldeia.sexta-feira, outubro 14, 2011
Viva a preguiça.
Hoje não me apetece escrever. Amanhã vou para um almoço "suis generis", de conterrâneos. A malta lá da sede da freguesia que andou a bater com as costas na guerra das colónias tem o hábito de se juntar uma vez por ano, para uma almoçarada. Almoço esse que se fazia no salão das festas lá do burgo e tinha uma excelente particularidade: os pais dos "guerrilheiros" também participavam. Era um fartote de convívio, onde vinha à tona das conversas boas recordações, umas melhores do que outras, parecendo que a terrinha renascia. Pais, filhos, netos e um estender de mão: quando não eram primos, eram parentes e uma nova história a sair nem que fosse de um lobisomem a caminho das quatro estradas do Casal Barbeiro: claro que todos conheciam o bom do homem travestido na imaginação de muitos. Por sinal foi muitas vezes o meu barbeiro: possuía muito saber popular.
Nos dias de hoje, os pais já partiram e alguns dos "combatentes", também. Como a tradição já não é o que era, o pessoal não sei se por indisponibilidade das pessoas (eu sou uma delas), desta vez realiza o convívio num restaurante. Pena! Eu vou, apesar de ser muito faltoso, porque quero rever colegas da aldeia e recordar muita coisa. Afinal, a idade sempre gostou de revisitar o passado.
Lanço um voto: que ninguém volte à aldeia para uma agricultura de subsistência, face aos tempos difíceis impostos a todos, por alguém que não passou pelas dificuldades de antanho, mas quer assemelhar-se ao famoso "unha grande", que deixou ouro nos cofres e os cidadãos na miséria, onde nem as necessidades básicas eram garantidas. De novo "a aldeia" merecerá ser repensada.
Olha, o preguiçoso acabou por escrever. Desculpem!
Nos dias de hoje, os pais já partiram e alguns dos "combatentes", também. Como a tradição já não é o que era, o pessoal não sei se por indisponibilidade das pessoas (eu sou uma delas), desta vez realiza o convívio num restaurante. Pena! Eu vou, apesar de ser muito faltoso, porque quero rever colegas da aldeia e recordar muita coisa. Afinal, a idade sempre gostou de revisitar o passado.
Lanço um voto: que ninguém volte à aldeia para uma agricultura de subsistência, face aos tempos difíceis impostos a todos, por alguém que não passou pelas dificuldades de antanho, mas quer assemelhar-se ao famoso "unha grande", que deixou ouro nos cofres e os cidadãos na miséria, onde nem as necessidades básicas eram garantidas. De novo "a aldeia" merecerá ser repensada.
Olha, o preguiçoso acabou por escrever. Desculpem!
terça-feira, junho 07, 2011
Visitando!...






...há uma coisa que o homem, quando tem a barriga "a dar horas", não pode deixar de fazer: é comer! e a simpática aldeia do Pombalinho tem um restaurante "O Peso", onde se come comida de fino sabor caseiro a fazer inveja aos bons restaurantes citadinos. Tudo é bom, a começar numa excelente carta de vinhos, ou até mesmo o vinho da casa de sabor dos "vinhos do Ribatejo" bom de beber. Da ementa ela está exposta logo à entrada como uma das fotografias documenta. O grupo onde estava integrado atirou-se às enguias, salpicadas por um fino molho vinagrete, acompanhadas dum magusto guloso e de uma fresca salada. Sobremesas eram todas boas: eu não resisti ao arroz doce.A sala do restaurante está decorada com sete excelentes quadros de um pintor local(Serrão), tornando-a acolhedora e convidativa ao delicioso "abuso" da gula, onde há pelo menos uma obra para venda e, se a memória não me atraiçoa, será aquela que o blogueiro tem por trás na foto. O bar é convidativo a uma cavaqueira amena, enquanto se degusta um copo ou um café.
(clicar nas fotos)
(clicar nas fotos)
Etiquetas:
aldeias,
alimentação,
almoço,
fotografia,
gastronomia,
Portugal,
Ribatejo,
tempos livres,
turismo
Visitando!...
Etiquetas:
aldeias,
blogueiro,
fotografia,
Portugal,
Ribatejo,
tempos livres,
tugas,
turismo
Visitando
Etiquetas:
aldeias,
blogueiro,
fotografia,
Portugal,
Ribatejo,
tempos livres,
tugas,
turismo
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















