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quinta-feira, setembro 27, 2012

É proibido!...




...mais do que nunca temos que remar contra a maré. Urge lutar para que  no estrangeiro não sejamos uma raça de cidadãos, sem qualquer tipo de especialização à procura do pão para a família, tantas vezes distante, para não recordar que  muitos  por cá, para obter um emprego, têm de esconder habilitações profissionais e académicas. Temos que adquir outro tipo de mentalidade mais colectiva. Não podemos ser mais aqueles, que há menos uma vintena de anos não se incomodavam que uma ginecologista ucraniana, limpasse escadas, ou um engenheriro cilvil moldávo fosse servente na nossa  construção civil! Lembram-se? Isto aconteceu um pouco por todo o país! Nessa altura estavámos somente preocupados com o consumo e a vã ganãncia da ultrapassagem do nosso vizinho egoistamente pelo nosso fausto, esquecendomo-nos que havia uma sociedade solidária para construir e, sem repararmos que tudo o que vinha da Europa em termos económicos era do poder desregulado do capital, a querer empurrar todos os europeus para uma guerra, em vez dela(Europa) semear harmonia social e crescimento equilibrado na economia conjunta dos estados membros, capaz de gerar justiça social. Niguém reparou! Todos fomos cobardes por não colocar a nossa mente em funcionamento. Chegou a hora de acordar!..

A todos que gostam da blogoesfera, aconselho a  visitar um blogueiro, julgado atento às trafulhices que nos são arremesadas, diariamente e, insanamente divulgadas nos "media". Ele é um foco de informação contíunua e não se inibe de gritar por liberdade, mostrando livremente a sua forma de ver o retrato da nossa sociedade atual perante as atrocidades que o Governo de Passos Coelho comete ao povo indefensável e à classsse média. Falo do blogueiro do "O Jumento". Espreitem lá, muitas vezes!
Já agora, façam o favor de ouvir e interiorizar o vídeo novamente.

terça-feira, fevereiro 28, 2012

Sons!

...ai, pobre do ministro Gaspar por pedir mais austeridade esta manhã, após passagem pela Troyca de atestado de bom comportamento. Coitado do rapaz!...quando tudo parecia estar bem, zás!ripa daquilo que ninguém gosta-o rapinanço ao cidadão. Agora onde vão parar os seus ossos de gingão? É melhor escutar!...

quinta-feira, fevereiro 02, 2012

Bem nos parecia!...

 (imagem:in graficasaomiguel.pai.pt)
Os mais atentos aos problemas das finanças e da economia sabiam que Portugal estava a ultrapassar as recomendações da Troyca. Desta vez foi o sr. Poul Thomsen-líder da equipa "Troyquiana" que veio dizer que as metas do programa de ajustamento orçamental teriam que ser suavizadas, por três razões: "recessão, desemprego e crise europeia"..,"e andar mais depressa na implementação de reformas estruturais". Isso mesmo, mexer nas "ditas gorduras do estado", facto que tem sido evitado pelo governo a todo o custo. Isto porquê?...a camarilha governamental não quer atirar para o desemprego alguns dos seus acólitos, uma espécie de vampiros que suga o sangue aos portugueses, e rejeita igualmente mexer noutra classe política de outras forças partidárias que teriam como destino também o desemprego, acabando-se com os jobs para todos. Muita gente que está na esfera política esquece-se que são eleitos democraticamente para defender os reais interesses da população, e não para se abastarem a si próprios. Acredito que haverá tempo para o governo emendar a mão sem grandes sobressaltos, facto conveniente para a estabilidade desejada do país, logo, para o bem estar dos cidadãos, criando-se padrões de justiça social, recriando o emprego.

Permitam-me transcrever aqui parte do editorial do DN, de hoje-Discursos contraditórios:"Segundo um editorialista do Financial Times, Portugal está fadado a incumprir as suas obrigações financeiras e a seguir o caminho da Grécia, acabando por ter de pedir um desconto aos seus credores. Já a agência de notação financeira Fitch garante que Portugal não representa qualquer risco para a Zona Euro, já que aquilo que está a fazer é credível e bem feito. Não poderia haver posições mais dissonantes sobre uma mesma realidade. Como explicá-las?Convém recordar que, na opinião do Governo britânico, o euro nasceu fundamentalmente torto e não vai conseguir endireitar-se tão cedo. Aliás, decidiu pôr-se à margem do pacto orçamental, mas também dos esforços de reforço financeiro dos fundos europeus de estabilização da moeda única europeia. Não causará estranheza que tudo isso acabe por influenciar a matriz analítica do que se está a passar no continente. Nesse sentido, a ideia de poder estar próximo o estancamento da crise das dívidas soberanas, com um segundo programa de apoio à Grécia (mais bem ajustado à realidade helénica), com o pacto de responsabilização orçamental e a antecipação do mecanismo permanente de estabilização financeira do euro, não se enquadra na análise que, ciclicamente, nos chega da América ou das Ilhas Britânicas.
Que o Tesouro português tenha hoje, de novo, colocado com êxito dívida pública a três e a seis meses a juros mais baixos do que no leilão anterior, parece não impressionar quem prevê que os mercados a mais longas maturidades vão manter-se fechados para Portugal para além de 2013, acentuando o risco de incumprimento nos próximos cinco anos.
Entre nós, também se assiste a discursos contraditórios: enquanto Vítor Gaspar reafirma (em Londres) que o País vai mesmo reduzir o défice para 4,5% do PIB, dê lá por onde der, e não irá pedir financiamento adicional, já António Saraiva, líder da CIP, afiança à imprensa que faltam uns 30 mil milhões de euros para financiar convenientemente as empresas nos próximos dois anos. Por estas e outras, Portugal não sai da zona cinzenta da incerteza e da desconfiança dos seus credores."
Vamo-nos apercebendo que os"media" aos poucos vão modificando a sua opinião  acerca das medidas efectuadas pelo governo, não pela defesa dos interesses dos cidadãos, mas por terem chegado à conclusão de que o seu patronato não era defendido pela ação governativa, pelo que então as coisas começam a surgir aos olhos de todos de forma mais plural, defendendo as empresas e quem nelas trabalha.

sexta-feira, novembro 18, 2011

Uma verdade


Dentro de tantas mentiras Alberto João disse hoje uma grande verdade: "...Neste momento estamos sob administração estrangeira". Será que tenha aprendido alguma coisa com o Dr. Soares?...Vá lá o diabo tecê-las! Hum! Agora só resta, quando PPC se deixar de vergar à dona Merkel por desarranjo da economia portuguesa, devido à falta de apoio ao investimento das pequenas e médias empresas, os cidadãos saírem à rua maluquinhos por falta de trabalho e com fome, manifestando-se à laia grega, a troyca nomeará um governo para Portugal à semelhança do que fez para a Grécia e para Itália. Restar-nos-á saber entretanto, quem será o primeiro país a ser contemplado por essa prenda tecnocrata? ...Portugal, ou Espanha. Talvez Portugal! Mariano Rajov irá primeiro ser submetido a uma prova de fogo, palpita-me!