...guardam segredos de amores proibidos, de paixões exacerbadas, de segredos conspirativos, de pegadas bélicas e sanguinárias, de nascimentos, de abortos, de sarcófagos de recém nascidos ou de clérigos, ou de gente nobre e tempos de glória dum passado afastado?... Sabe-se lá, cada pedra teve a sua função ao longo dos tempos, e um dia destes terão outro qualquer destino. Merecem uma transformação noutra obra de arte qualquer, assinalando os tempos presentes, para deleite de quem as voltar a contemplar, em monumento digno. Para alguma coisa as pedras estão arrumadas! Haja inspiração e que a falta de dinheiro não mate a cultura!
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quinta-feira, outubro 11, 2012
quinta-feira, setembro 27, 2012
Uma Procissão de muitos séculos, em Santa Cita...
...em honra do Senhor das Necessidades. Realiza-se, anualmente, no dia 11 de Setembro. Em tempos idos Santa Cita era local de peregrinação de toda a zona Centro do Pinhal Interior. Ainda hoje, a capela existente, resto do Convento de São Francisco é local de peregrinação de muitos devotos, para além do dia da "feira de Ano" coincidente com a procissão do Senhor das Necessidades. Antes, a feira durava 3 dias e era centro de trocas de produtos destinados à economia doméstica e à agricultura. Muita gente pernoitava à volta do Convento.
Hoje a aldeia de Santa Cita, da freguesia de Asseiceira, concelho de Tomar, entrou em grande declínio com o desaparecimento da Fábrica de Papel Matrena, no último quarto do século passado. Para além, da perda da Fábrica da Matrena, perdeu as suas quintas e ainda há pouco tempo (talvez, 2-3anos) a firma João Salvador, empregadora de habitantes locais, como de outros das redondezas. Resta à localidade reconciliar-se com a sua história, alicerçar-se no seu passado e criar ideias novas para um futuro que não se avizinha fácil, assim como a sua sede de freguesia, que de sede Concelho-com muita história, corre um risco grande de desaparecer na reforma autárquica que se perspectiva, elaborada por um tal Miguel Relvas, dito tomarense. Muito mal vai um País que ignora a sua história. Para além da história, muitas estórias ficam para contar e é a cultura de um povo que se apaga. Muitos têm memória!
(post scriptum)
-Santa Cita perdeu dois mercados mensais há mais de 35 anos. O mercado designado por "antevéspera, que comercializava gado ovino e caprino: realizava-se nos terrenos da firma João Salvador, sobranceiros à velha taberna do João Peça. E, ainda o mercado do "cabo do mês" onde se vendia gado bovino, cavalar, muar e asinino: realizava-se na zona onde se encontra o Pavilhão da ACR SANTA CITA, nas traseiras do velho Campo de Futebol da Matrena, que no topo tinha implantado o Campo de Hóquei.
-o blogueiro pede desculpa aos naturais de Santa Cita por alguma imprecisão contida no texto: tão somente quis contribuir para manter a vossa história viva, recheando com outras estórias que a sua mente transporta, ele que na sua infância por aí também conviveu.
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segunda-feira, abril 16, 2012
Entrada
A pedido, deixo a entrada para as ruínas romanas da "Villa" Cardilio, em Torres Novas, porque está pouco visível na série de fotos publicadas do monumento, prejudicada pela distância da fotografia.
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domingo, abril 15, 2012
Por perto...







...mesmo muito pertinho da cidade de Torres Novas!...uma história de estórias romanas, que tiveram vida!
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segunda-feira, março 19, 2012
Imbróglio
(Foto:do jornal Público)
Do "fundo" da zona ribeirinha de Lisboa muita coisa se pode esperar. Este é mais um imbróglio para as entidades envolvidas. Porém, temos que dizer que Portugal tem história, orgulho de todos os portugueses. Pena será que no País com mais de oito séculos e meio de história e de estórias, haja alguém que se julga com legitimidade, apostado em destruir o nosso rectângulo, governando mal, encorajando a população a emigrar, esquecendo-se de que está a exportar mão de obra qualificada, capaz de produzir riqueza nos países para onde vai operar e que, pelas condições por lá oferecidas, nomeadamente no campo sócio-económico, jamais voltará!
Sabe-se que nos dias de hoje devido ao mundo global, as vivências em países alheios exigirão padrões de vida moderna, onde a oferta de uma nova cultura não será descuidada, pelo que o "ouro" o "incenso" e a "mirra" deixarão de entrar nos cofres do Estado. Haja quem perceba que a maioria dos jovens a emigrar são quadros qualificados e que poucos remeterão os seu proventos para fortalecer a nossa economia. Haja quem perceba isto e trave estes fluxos migratórios, com políticas capazes e não com políticas de falência. Muita dessa gente quando muito, voltará a Portugal de vez em quando, para gozar férias. Oxalá esteja enganado, porém, Portugal assistirá à morte da sua história e muitas estórias serão arredadas da portugalidade. Para além do Oceano Atlântico, Portugal (e ainda bem) tem todas as portas abertas: os portugueses sempre souberam marinhar. Por favor, criem-se condições para que os jovens portugueses tenham por cá emprego, contribuindo para a riqueza de todos e construindo uma Pátria onde haja prazer de viver! Haja vontade! A arte e o engenho nunca nos faltaram...
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
Estória
É uma estória que ficará para história Parlamentar da Assembleia da República. Era uma vez um ministro recrutado no Canadá, que dava por nome de Álvaro, já conhecido pelo homem dos pastéis de nata, ao ser confrontado no Parlamento por um deputado do PCP, Agostinho Lopes, pela sua inabilidade política para chefiar o seu super ministério (até porque Portugal é (era?) um País da Comunidade Europeia, com governação bem diferente das sebentas que o ministro usava no Canadá), vendo que a sua "corda" não dava para responder, baralhou os quesitos e vitimizando-se atirou para o tapete o chavão cantante dos emigrantes desprezados, desconhecendo, fazendo figura-como sempre lhe é habitual de asno, que as maiorias dos portugueses têm filhos emigrados. Usou a canção do costume.: a "da desgraçadinha", Claro, que foi foi de carrinho, qual caloiro, perante um deputado já velho e experimentado!...e porra passou a ser vocábulo parlamentar: "Não diga asneiras, porra"!...que acertada paulada!
... E o avião para o Álvaro?...que o des(governo) faça contenção de despesas até se compreende, mas não tanta. Hum?!!!...
... E o avião para o Álvaro?...que o des(governo) faça contenção de despesas até se compreende, mas não tanta. Hum?!!!...
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quarta-feira, outubro 05, 2011
República
Viva a nossa tão maltratada República....Haja muitos republicanos de boa vontade! Se os portugueses apesar de tantas dificuldades e sofrimentos, conseguiram vencer o Estado Novo, também estarão agora, em condições de ultrapassar a crise que Portugal, ao momento, vive. De qualquer maneira, valeu sempre a pena sermos republicanos. Portugal, é uma nação invejável aos olhos de muita gente!...São cem anos de história de luta por maior liberdade e garantias!
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sexta-feira, novembro 26, 2010
Ei-lo!...naquela manhã de nevoeiro
O mito do Sebastianismo foi desfeito. Apareceu!...na tela. Sonhos de uma aventura bélica na busca de aumentar o Império aquém e além-mar. Hoje a esperança é outra e a vã glória de mandar foi-se. Os portugueses contentam-se com a periferia da Europa desnorteada e sem ambição para o futuro. Este "jardim à beira-mar plantado" vencerá de certeza a crise, e voltará a ter rumo. Somos capazes!(Imagem: in fonte da notícia)
sábado, julho 31, 2010
Monumentos nacionais...
...já se pagava mais desde a 2.ª metade do mês de Fevereiro para aumentar a nossa cultura, quando da visita aos monumentos nacionais! Pode consultar as novas tabelas saídas em Diário da República, aqui. É assim por toda a Europa e também um pouco por todo o mundo. A diferença é que muitas vezes há grandes borlas, ou o turista visitante é convidado a deixar uma contribuição voluntária para as despesas de conservação do museu ou monumento visitado. Cá esta medida talvez não desse resultados. O povo português gosta mais de dar contribuições voluntárias para as igrejas. Enfim, outra cultura!...
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quarta-feira, julho 07, 2010
Gostar de Ourém!....


...não é que gosto daquela pequena cidade, de castelo mourisco altaneiro, que atravessou toda a existência da nossa Portugalidade, prenhe de contos de fadas, após a passagem e residência de muitos reis e rainhas! O castelo de Ourém não tem semelhança na sua arquitectura com qualquer outro. Até foi bafejado pela sorte da água nascente que corre na sua famosa fonte, como a saudar os Oureenses lá no fundo, que quando la se deslocam à Sé Colegiada não se cansam de beber aquela água cristalina, retemperadora de energias.
O Castelo de Ourém, após a inauguração da Pousada tem sabido conquistar o Turismo e exigindo dos autarcas novas sinergias para que o passado seja recordado ininterruptamente e o futuro volte a ser risonho para os Oureenses, orgulhosos da sua história. Há dias foi inaugurada a "Ucharia", próxima da antiga cadeia, para amostragem e venda de alguns produtos quer de ordem alimentar, quer do artesanato local. Vale a pena visitar a terra de Oureana.
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segunda-feira, junho 07, 2010
Convento de Cristo
Pode ver aqui um pouco da história do Convento de Cristo, em Tomar, na RTP2. É e será sempre uma maravilha inesquecível!...
segunda-feira, maio 31, 2010
Denuncio!
...isto cheira a muita canalhice. Repudiamos! Qualquer dia os israelitas, homens sem escrúpulos, mandam mais que os americanos. Será?...Todos devemos condenar este golpe bárbaro a cheirar a pirataria da mais reles. A ambição do povo de Israel era legítima, se não espezinhasse outras gentes e outras culturas. Tal não acontece, porque os israelitas, longe da boa convivência entre nações, já demonstraram que são tão sanguinários como os nazis. Tinham obrigação de ter aprendido, ao longo do seu calvário, o caminho da paz e este será o verdadeiro caminho a prosseguir. Deixem lá a "porra" do negócio das armas. A inteligência do homem deve ser canalizada para a senda da ciência.P.S. Este já parece o Salazar e seus capangas, nomeadamente Ferreira da Costa, a papaguear a guerra das colónias.
( foto:in DN)
terça-feira, janeiro 12, 2010
No fundo do mar
Foi encontrada uma preciosidade no fundo do mar, que vai contribuir para o aprofundamento da história da II Guerra Mundial. Era um navio-hospital australiano...
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