...de 3.ª feira, em moto4. O repórter, assim como o motoqueiro escolheram o local de terra batida, "versus macdam", para o início da rota traçada para o Agroal, a partir da cidade de Ourém, como já foi publicado no "post" de ontem, "Calor". Ninguém se assuste, porque são só cerca de cento e cinquenta metros de rua, local de passagem de bruxas, por onde há mais de cinquenta anos calvagava uma cavaleira de madrugada, montando o seu cavalo branco, antes do raiar do sol, para solicitar conselhos ao Padre Doutor!...cumpre-se a tradição do cavalo ao veículo motorizado!...mais uma história de Ourém, entre tantas estórias.
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quinta-feira, agosto 09, 2012
sexta-feira, janeiro 20, 2012
Medo do dono
...às vezes somos levados a ler um pouco da imprensa local e ainda bem. Eu leio-a e, aprecio o trabalho dos jornalistas que diariamente, semanalmente, à quinzena e raramente ao mês nos trazem notícias daquilo que se vai passando nos nossos "burgos" ou, até mesmo à sua volta. Sabemos, que para esses profissionais nem sempre é fácil, se quiserem ter alguma independência face aos poderes localmente instituídos.Para os homens e mulheres que se dedicam a tais tarefas e que conseguem não despir a sua ética profissional, o meu grande apreço: repare-se, são sujeitos muitas vezes, a uma hierarquia "patronal" que nem sempre é independente, face ao dever desinteressado de informar e formar os residentes. Enfim!...
Desfolhando um órgão dessa imprensa local verifiquei com alguma tristeza que o partido do poder- PSD, em determinada autarquia, só porque aí é oposição, se tem movimentado, até já com uma deputada "in loco" e faz comunicados sucessivos porque a passagem de um itinerário complementar anula um "caminho vicinal", com alternativas a menos de 500 metros, só por uma mera caça deslambida e vergonhosa ao voto de 10 ou 15 eleitores, enquanto muita da população lá residente não se preocupa nem se manifesta, face à anulação dessa passagem tradicional. Alimenta exacerbadamente uma vã esperança a alguns cidadãos capangas, como se tais modificações a fazer não custassem milhares de euros ao erário público. Esquecem ainda que Portugal está em crise, mas como nesse concelho são oposição f...-se as dificuldades económicas vigentes.
(foto: intintafresca.net)
A asneira anteriormente usada, da qual peço desculpa, reflete a minha raiva porque esse itinerário complementar, passados menos de uma vintena de quilómetros fura a A1 e não ficará com qualquer acesso a essa importante via, quando a menos de 7 ou 8 quilómetros se situa uma cidade que recebe não só muitos milhares de turistas no decorrer de cada ano, mas também nega o acesso aos empresários da região, quer local, quer de outras zonas. E esses dirigentes locais membros do partido do poder central, e a ainda sua própria deputada, com medo do dono do cão desistiram de lutar por uma boa reivindicação, que hoje pode custar poucos milhares de euros ( a maquinaria anda por lá) e no futuro serão milhões de euros. Enfim, dois pesos e duas medidas. Mais do que isso hipocrisia e política suja. Há coisas que têm que ser feitas hoje, para o crescimento da economia sustentada de Portugal e não podem esperar para amanhã, para o País não se afundar. A submissão partidária diminui a democracia, penso!quarta-feira, dezembro 07, 2011
Amanhã há bolinho!
(foto:in jornal Expresso)
Pagar é a palavra de ordem, mesmo que há uns tempos as vias secundárias tenham sido transformadas em Scut's, ainda por cima com um preço a estrangular qualquer economia, seja ela doméstica ou empresarial...PPC, P.PORTAS & Comp.ª SA, agem à medida de bestas, não sendo capazes de tirar os "entre-olhos" da carga diária dos impostos, aumentando-os. Assim, a recuperação da economia portuguesa jamais será possível.
Estamos numa primavera marcelista a pedir castanhada, de certeza, dizia-me há pouco um amigo no café, afirmando que nem no tempo da outra senhora se mexeu nos horários de trabalho, a propósito dessa grande ideia do Álvaro, em aumentar o horário de trabalho meia hora para o privado e passada hoje à lei pelo PPC-atual Presidente do Conselho de Ministros. Será assim?...o maior partido de suporte do Governo, aos poucos pensará de outra maneira. Vamos a ver se será ainda a tempo!
Ah! Quem quiser evitar "caminhos sem pagamentos", deve voltar às estradas do início dos anos sessenta do século passado, já que vias mais rápidas depois de ocupadas, viraram auto-estradas portajadas.
Estamos numa primavera marcelista a pedir castanhada, de certeza, dizia-me há pouco um amigo no café, afirmando que nem no tempo da outra senhora se mexeu nos horários de trabalho, a propósito dessa grande ideia do Álvaro, em aumentar o horário de trabalho meia hora para o privado e passada hoje à lei pelo PPC-atual Presidente do Conselho de Ministros. Será assim?...o maior partido de suporte do Governo, aos poucos pensará de outra maneira. Vamos a ver se será ainda a tempo!
Ah! Quem quiser evitar "caminhos sem pagamentos", deve voltar às estradas do início dos anos sessenta do século passado, já que vias mais rápidas depois de ocupadas, viraram auto-estradas portajadas.
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quarta-feira, novembro 17, 2010
Outros caminhos...
...levam as cidades de Ourém e Fátima a estar mais próximas do zona Pinhal. Outras potencialidades turísticas se abrem para todas as partes envolvidas por este novo benefício viário, como sejam as praias fluviais, que pululam um pouco pelo rio Zêzere e seus afluentes. Há toda uma nova actividade económica a desenvolver. Urge espreitar imediatamente oportunidades e candidaturas conjuntas, não só na área do turismo, mas também em outras áreas de complemento à anterior.O Concelho de Ourém para além da oferta do Turismo religioso a partir de Fátima, possui o maior número de hotéis da zona centro. Como em tudo existe um se não: há entidades regionais e pólos de turismo a mais! Venha urgentemente outra reforma para o sector do Turismo, reduzindo o número de "entidades existentes", todas elas cheias de um chapéu de "jobs", que premeiam muita gente, só pelo facto de terem sido ex-autarcas. Hum!...
(imagem: in jornalpardilho.blogspot)
(imagem: in jornalpardilho.blogspot)
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terça-feira, novembro 09, 2010
IC9
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sábado, setembro 04, 2010
sexta-feira, abril 30, 2010
sábado, fevereiro 27, 2010
Esta via...
...faz falta a toda a região. O que dirão os deputados do PSD, a soldo da líder em vias de extinção?...Não se fazendo a obra toda uma região é atrofiada, para não falar da desertificação populacional na busca de melhores alternativas para sobreviver, que, com certeza, se irá verificar: a área já não é rural! A ruralidade para ter proventos também tem que ser industrializada. Assiste-se a farsa repetitiva e canalha da oposição, falando em salvação económica e a demagogia encapotada, sobretudo do PSD vai servindo para fazer política rumo ao voto. Se calhar, engana-se...Muitas obras não podem parar!!!
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