sábado, julho 24, 2010

Longe...

(Imagem: in armazemperisc.blogs...)
...está a ditadura de Portugal. Agora que há por aí muita gente sem vergonha a querer implementá-la, isso há! Alguns, serão sempre aqueles que teimaram carregar sempre com a ideologia fascista de Salazar e Caetano. Outros, serão novos ricos, que antes do 25 de Abril para se deslocarem utilizava a bicicleta de travões de alavanca e sem saber bem como, tornaram-se novos ricos, vagueando sempre arredados da educação e da cultura. Estes, sem escrúpulos de um dia para o outro ficaram com o rei na barriga, julgavam. Enganaram-se! Mas nós conhecemo-los e acreditamos que a democracia terá resposta para eles.
Parabéns a Zapatero, que perante as hesitações da banca europeia, enquanto preside à Comunidade, ordenou uma auditoria aos bancos, onde se incluía a banca espanhola. Foi de coragem! Conclusão, os bancos europeus gozam de boa saúde, mas a política da Europa precisa de um grande conserto, com uma política comum ao serviço dos cidadãos europeus. De neo-liberalismo estamos fartos e veja-se a política tão "á la mode de chez-nous" apregoada pelo líder do PSD. Ela não é mais do que uma fotocópia daquilo, que tem aniquilado a Europa; logo não presta para Portugal. Os europeus precisam de outra política. Acredito que o velho continente recuperará a sua imagem aos poucos, exigindo que todos os produtos do mundo globalizado transportem uma factura referente ao custo social, devido aos trabalhadores que os produzem. A hora é de acordar: a empresas não são números que se transportam de uma lado para o outro, na busca de melhores preços de manufacturação, em nome de uma capital desajeitado e sem vergonha. Exija-se do capital regras, onde a justiça social e equilibro económico dos cidadãos não podem ser arredados.

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