
Mostrar mensagens com a etiqueta crise. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta crise. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, junho 14, 2011
Será da crise?
Etiquetas:
blogueiro,
consumo,
costumes cozinha,
crise,
Economia doméstica,
fotografia,
Portugal,
povo,
tugas
domingo, abril 10, 2011
Um apelo à navegação
Aqui! Dá para os portugueses pensarem e exigirem ao poder político, nomeadamente ao Presidente da República que se entendam, no momento de crise económica difícil que abala Portugal. Caso contrário, o empobrecimento acelerado de muitas famílias acontecerá notoriamente, a envergonhar a nossa comunidade e até colocar em risco a soberania do país. É mais um apelo, bem importante, a uma boa navegação da classe política, para que os estragos sejam mínimos com a vinda do FMI e, que uma parte do empréstimo/resgate, julgo eu, seja destinada à criação de emprego, onde os salários justos sejam possíveis, de forma a perceber-se que o sacrifício solicitado a todos na reconstrução do país valerá a pena.
Etiquetas:
crise,
imprensa,
Opinião,
Parlamento,
política,
políticos,
Portugal,
Sociedade,
solidariedade,
trabalho
terça-feira, abril 05, 2011
Uma epécie de bula.

É importante ler e ouvir o Dr. Mário Soares na crónica do DN de hoje. Não se julgue que o texto servirá só para o interior do Partido Socialista: no meu entender servirá para todos os políticos e seus respectivos partidos. Então veja-se: "O Estado está demasiado flácido. É preciso racionalizá-lo, mantendo as conquistas sociais da democracia: as pensões sociais, a educação pública e o serviço nacional de saúde. É essencial acabar com as chamadas parcerias públicas e privadas, dignificando o serviço público e eliminando os boys, que entram no Estado por via dos partidos e não por concurso público. É preciso reformar urgentemente a justiça e despolitizá-la, no sentido dos magistrados judiciais e do Ministério Público, como órgãos de soberania que colectivamente são, não devem publicamente permitir-se intervir na política. A comunicação social tem de ser o mais possível isenta, no sentido deontológico do termo, deixando de estar escandalosamente ao serviço dos interesses que lhes pagam."
Por aqui a cónica toda, a qual o autor designou por "Os Monstros do Nosso Tempo". Dos monstros temos todos, desde à meninice, memórias medonhas. Logo, penso eu, para a Europa se reencontrar, devem ser afastados com medidas adequadas e determinantes todos esses "bichos" temerosos e, sendo assim também nós portugueses os devemos afugentar. Oxalá, que os políticos o desejem, para o bem estar sócio-económico de todos! Chegou o tempo da aderência a essa bula sem qualquer tipo de fundamentalismos.
Por aqui a cónica toda, a qual o autor designou por "Os Monstros do Nosso Tempo". Dos monstros temos todos, desde à meninice, memórias medonhas. Logo, penso eu, para a Europa se reencontrar, devem ser afastados com medidas adequadas e determinantes todos esses "bichos" temerosos e, sendo assim também nós portugueses os devemos afugentar. Oxalá, que os políticos o desejem, para o bem estar sócio-económico de todos! Chegou o tempo da aderência a essa bula sem qualquer tipo de fundamentalismos.
quinta-feira, março 31, 2011
Investigação cor de rosa
Esta será a preocupação de alguns jornalistas! Com estas e outras transporta-se um País a uma terra de ninguém, reinando as fofoquices. Parabéns à duquesa, abaixo os talaças de merda das vasculhadelas "cuscas", que não chegam a olhar para o seu próprio umbigo. Todos os "tugas" precisariam de ser ajudados pelos "media" a reencontrarem-se consigo próprios e com Portugal: esse parecia-me ser o caminho certo, se muitos jornalistas o quisessem. Porém, alguns deles opinam por uma sociedade rasca e sem valores. Bom é aquilo que "aparenta": o faz de conta com cagança! É tempo de arrepiar caminho, contando só com o que produzimos e onde a palavra solidariedade tem mais lugar do que nunca. Haja quem assim o entenda dentro da informação que diariamente (e ainda bem) os portugueses dispõem.
terça-feira, março 08, 2011
Crise de regime

"Crise de regime" é o título da crónica de hoje no DN, de Mário Soares. Este jornal, sem eu entender bem a orientação da sua paginação, optou por transportar a alguns tempos, os cronistas para a antepenúltima e penúltima página. Vai-se lendo e desfolhando o jornal e quando se chega a essa fase da leitura, muitas vezes as crónicas são lidas por cansaço a "atravessar", com a agravante, segundo o meu ponto de vista de à terça-feira, acrescentar ainda uma outra cónica escrita com uma inteligência já pouco habitual e, de elevado conhecimento cultural, do Professor Dr. Adriano Moreira. Daí, todas as terças feiras, quando a memória não me atraiçoa começar a leitura do DN por estas duas crónicas para satisfação do meu ego e, meu enriquecimento pessoal quer sob o ponto de vista político, quer sócio-cultural.
Deixando a crónica do Professor Adriano Moreira, que aconselho sobretudo aos mais novos a lê-la, quase sempre pouco interessados na "res publica", deixarei ainda, alguns nacos da prosa de Mário Soares nesta aventura, para não dizer quase cruazada semanal. Refere a determinada altura, acerca da reunião a realizar a 11 do corrente mês de Março em Bruxelas, na Cimeira dos Estados da Zona Euro:
"Tenho bastantes dúvidas quanto ao que sairá da reunião do dia 11 de Março. Trata-se de debater o futuro do euro, o que representa, em si, um progresso. Os líderes europeus não se entendem entre si, por terem interesses divergentes e, por outro lado, não querem compreender as grandes transformações que o mundo está a viver, por toda a parte. Serão elas que os obrigarão, aliás, mais tarde ou mais cedo, a mudar de paradigma de desenvolvimento. Como está a acontecer nos Estados Unidos". Continua:"Contudo, por enquanto, na União Europeia, o primado das preocupações centrou-se nos equilíbrios financeiros - que, obviamente, são importantes - menosprezando a economia real. Ora, essa posição, para países como Portugal e Espanha, mas não só, pode vir a ser fatal. Porquê? Porque as medidas de austeridade, a que os Estados mais fracos são obrigados, conduzem-nos, necessariamente, à recessão, visto que impedem o crescimento económico, reduzem os investimentos, fazendo crescer o desemprego e podem, mesmo, provocar revoltas sociais extremamente perigosas."
Acrescenta também, acerca da "manif" do dia 12 próximo:..."Foi a propósito dessa nota que o Vasco Pulido Valente me brindou - com muita simpatia por mim, reconheço - com um novo artigo, garantindo-me que as pessoas que irão manifestar-se não são "perigosas, antidemocráticas nem niilistas", que descerão "tranquilamente a Avenida da Liberdade (...) para protestar contra a maneira como o PS e o PSD governaram Portugal, em plena impunidade, durante quase 40 anos". Se assim é, muito bem. Manifestem-se e indignem- -se, pacificamente. Só resta reconhecer que os governantes, desde que há democracia, resultam sempre do voto popular, que os legitimou em inúmeras eleições. Claro que a democracia não é perfeita e às vezes o povo engana-se nas suas escolhas. Mas, como dizia Churchill - e sabia do que falava - "a democracia é o pior dos regimes, com a excepção de todos os outros".
Fala também dos noventa anos do PCP, como comunista que foi e não o esconde, escrevendo:..."Durante o PREC, essa estratégia tornou-se claríssima. O PS opôs-se - como o Grupo dos Nove - e chegámos a estar à beira da guerra civil, evitada in extremis. Foi então que André Malraux escreveu: "Os socialistas portugueses mostraram ao mundo que os mencheviques são capazes de vencer os bolcheviques." Nem por isso deixei de proclamar, no dia seguinte ao 25 de Novembro de 1975, que o PS se oporia à ilegalização do PCP, que muitos desejavam.Passaram os anos, deu-se a normalização democrática, em Portugal, e o colapso do comunismo na URSS e nas "democracias populares", que sempre foram e só ditaduras. O mundo continua em grandes transformações, umas positivas, outras negativas. Mas o PCP não mudou. Nunca fez autocrítica, de que tanto costuma falar. Continua a ler pela cartilha deixada pelo dr. Cunhal.De qualquer modo, parabéns ao PCP. Tem uma bonita idade!"
Deixando a crónica do Professor Adriano Moreira, que aconselho sobretudo aos mais novos a lê-la, quase sempre pouco interessados na "res publica", deixarei ainda, alguns nacos da prosa de Mário Soares nesta aventura, para não dizer quase cruazada semanal. Refere a determinada altura, acerca da reunião a realizar a 11 do corrente mês de Março em Bruxelas, na Cimeira dos Estados da Zona Euro:
"Tenho bastantes dúvidas quanto ao que sairá da reunião do dia 11 de Março. Trata-se de debater o futuro do euro, o que representa, em si, um progresso. Os líderes europeus não se entendem entre si, por terem interesses divergentes e, por outro lado, não querem compreender as grandes transformações que o mundo está a viver, por toda a parte. Serão elas que os obrigarão, aliás, mais tarde ou mais cedo, a mudar de paradigma de desenvolvimento. Como está a acontecer nos Estados Unidos". Continua:"Contudo, por enquanto, na União Europeia, o primado das preocupações centrou-se nos equilíbrios financeiros - que, obviamente, são importantes - menosprezando a economia real. Ora, essa posição, para países como Portugal e Espanha, mas não só, pode vir a ser fatal. Porquê? Porque as medidas de austeridade, a que os Estados mais fracos são obrigados, conduzem-nos, necessariamente, à recessão, visto que impedem o crescimento económico, reduzem os investimentos, fazendo crescer o desemprego e podem, mesmo, provocar revoltas sociais extremamente perigosas."
Acrescenta também, acerca da "manif" do dia 12 próximo:..."Foi a propósito dessa nota que o Vasco Pulido Valente me brindou - com muita simpatia por mim, reconheço - com um novo artigo, garantindo-me que as pessoas que irão manifestar-se não são "perigosas, antidemocráticas nem niilistas", que descerão "tranquilamente a Avenida da Liberdade (...) para protestar contra a maneira como o PS e o PSD governaram Portugal, em plena impunidade, durante quase 40 anos". Se assim é, muito bem. Manifestem-se e indignem- -se, pacificamente. Só resta reconhecer que os governantes, desde que há democracia, resultam sempre do voto popular, que os legitimou em inúmeras eleições. Claro que a democracia não é perfeita e às vezes o povo engana-se nas suas escolhas. Mas, como dizia Churchill - e sabia do que falava - "a democracia é o pior dos regimes, com a excepção de todos os outros".
Fala também dos noventa anos do PCP, como comunista que foi e não o esconde, escrevendo:..."Durante o PREC, essa estratégia tornou-se claríssima. O PS opôs-se - como o Grupo dos Nove - e chegámos a estar à beira da guerra civil, evitada in extremis. Foi então que André Malraux escreveu: "Os socialistas portugueses mostraram ao mundo que os mencheviques são capazes de vencer os bolcheviques." Nem por isso deixei de proclamar, no dia seguinte ao 25 de Novembro de 1975, que o PS se oporia à ilegalização do PCP, que muitos desejavam.Passaram os anos, deu-se a normalização democrática, em Portugal, e o colapso do comunismo na URSS e nas "democracias populares", que sempre foram e só ditaduras. O mundo continua em grandes transformações, umas positivas, outras negativas. Mas o PCP não mudou. Nunca fez autocrítica, de que tanto costuma falar. Continua a ler pela cartilha deixada pelo dr. Cunhal.De qualquer modo, parabéns ao PCP. Tem uma bonita idade!"
sábado, março 05, 2011
domingo, fevereiro 27, 2011
Ardem
As diplomacias europeias já começaram a arder com os gritos de liberdade lançados em Magrebe e um pouco por todo norte de África. A senhora Michéle Alliot-Marie foi a primeira a dar o fora, pois o Presidente Nicolas Sarkosy estava um pouco "embaraçado" com os fretes prestados à ditadura da Tunísia. O melhor "desembaraço" do parto gaulês foi correr com a sua Ministra dos Negócios Estrangeiro e reorganizar o seu Governo : as coisas estão a ficar feias lá par os lados do Palácio do Eliseu.
Espera-se que mais algumas diplomacias acusem entretanto o mesmo toque, para conforto dos chefes dos governos e tranquilidade das suas consciências. Alguém quer adivinhar quem se segue à senhora francesa? Maldito petróleo, que tantos amargos de boca dá ao mundo ocidental! A prioridade de demissão irá para quem lá gozou férias de borla e tem negociatas próprias a dar para o escuro!
A crise árabe está para durar e ninguém sabe como vai acabar. Sossega-me um pouco, porque aparenta a ausência da nefasta Al-Qaeda. Pode chamar-se à revolução dos Países árabes a revolução das novas tecnologias: facebook, mais net e telemóveis!
Espera-se que mais algumas diplomacias acusem entretanto o mesmo toque, para conforto dos chefes dos governos e tranquilidade das suas consciências. Alguém quer adivinhar quem se segue à senhora francesa? Maldito petróleo, que tantos amargos de boca dá ao mundo ocidental! A prioridade de demissão irá para quem lá gozou férias de borla e tem negociatas próprias a dar para o escuro!
A crise árabe está para durar e ninguém sabe como vai acabar. Sossega-me um pouco, porque aparenta a ausência da nefasta Al-Qaeda. Pode chamar-se à revolução dos Países árabes a revolução das novas tecnologias: facebook, mais net e telemóveis!
terça-feira, fevereiro 22, 2011
Efeméride III
Lindo!Há que despertar!...
Etiquetas:
agenda celebração,
cidadania,
crise,
cultura,
democracia,
Música,
Opinião,
Sociedade,
solidariedade,
sonhos
quarta-feira, janeiro 05, 2011
Sons!...
...a sonhar com uma boa estrela. O sonho não pode ser separado do pensamento, calculo!...
Etiquetas:
autores,
comentários,
crise,
devaneios,
intervenção,
lazer,
Música,
Opinião
quinta-feira, dezembro 09, 2010
Tornado, em Tomar...

O ser humanos é impotente perante a violência de um tornado!...Para memória, deixo estas duas imagens que atestam a violência registada nos concelhos de Tomar, Ferreira de Zêzere e Sertã, com aquele fenómeno natural ocorrido na tarde do passado dia 7. As fotografias destas duas árvores destroçadas pela força brutal dos ventos, simbolizarão sempre para mim o estado de espírito dos cidadãos, que viram os seus bens destruídos e, para muitos foi a destruição do seu próprio lar. Para todos a solidariedade do blogueiro!
segunda-feira, novembro 15, 2010
Cimeira da NATO
A Cimeira da Nato a realizar no final da semana em Lisboa já está a causar transtornos a muita gente, afectando também a economia já depauperada dos pequenos e médios empresários: da economia do País esqueçam! O blogueiro tem consciência do tremendo disparate que vai escrever, não fugindo muito ao espírito do que que exarou no seu perfil - "mesmo civil", afirma: porque é que esta gentinha da Cimeira, que já está a rumar para Portugal não se arruma no Campo Militar de Santa Margarida?...aqui sim, julgo!...lá que o firmamento português fosse inundado de objectos voadores rumo ao maior campo militar do País e as teias de aranha fossem vasculhadas da Base Aérea de Tancos, pelo menos os alfacinhas e tantos outros cidadãos dependentes da Capital, não se sentiriam prejudicados com este evento. Opine-se o que quiser, mas o seu carácter é bélico. Enfim, sou eu que penso mal!...deixem-me por favor ficar com esta loucura!...(Imagem:in norwaynews.com)
Etiquetas:
agenda,
cidades,
contestação,
crise,
devaneios,
Economia,
empresas,
Humor,
imprensa,
intervenção
quarta-feira, maio 12, 2010
Interlúdio...
...a maldita crise que nos assola segue dentro de momentos, desculpem dentro de uma semana. Primeiro a festa dos benfiquistas e, logo de seguida a visita do Papa, Bento XVI. Bem bom!
sábado, abril 10, 2010
Será?
Logo pela manhã ouvi numa das nossas rádios nacionais, que este "fim de semana era sim"!...e o interlocutor perguntou, "isso quer dizer"...ao que outro comparsa respondeu: "sim porque há congresso do PSD. É fim de semana sim, fim de semana não. Este é sim"...será?...ou a aparente unidade balofa e de circunstância irá continuar? Cá esperamos para ver e contar, atentos a todos os tempos de antena...qual caudal angelical!...
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Falta de dinheirinho
O que uma crise pode originar! A parte "Este" do IC9 pelos vistos vai ficar cancelada. Espera-se que não seja atirado para as calendas gregas. Há toda uma zona interior a desenvolver, necessitando de uma via rápida de ligação à A23.
As zonas interiores do País só serão apelativas para os investidores, se tiverem bons acessos. Os investimentos geram empregos, e estes, por sua vez, contrariam a desertificação populacional bastante acentuada nas faixas interiores de Portugal. Há que parar a imigração destas populações para o litoral, o que leva ao abandono de aldeias e vilas. Então, julga-se necessário que o cancelamento do IC9 na parte referida, não passe de uma questão do orçamento deste ano. Há razão para que haja urbanidade nestas paragens sempre mais esquecidas.
As zonas interiores do País só serão apelativas para os investidores, se tiverem bons acessos. Os investimentos geram empregos, e estes, por sua vez, contrariam a desertificação populacional bastante acentuada nas faixas interiores de Portugal. Há que parar a imigração destas populações para o litoral, o que leva ao abandono de aldeias e vilas. Então, julga-se necessário que o cancelamento do IC9 na parte referida, não passe de uma questão do orçamento deste ano. Há razão para que haja urbanidade nestas paragens sempre mais esquecidas.
quarta-feira, janeiro 27, 2010
Habemus "Orçamentum"
O ministro Teixeira Santos já entregou o Orçamento no Parlamento. Este, à partida, vai ser aprovado com as abstenções do CDS e PSD. Quase de certeza que o PCP e o BE vão votar contra. Paciência! Estes dois partidos lá têm as suas razões! Conhecemos os seus métodos que, se fossem aplicados levariam a mais desemprego, porque os grandes empregadores escolheriam outros países para investir, ficando Portugal com algumas migalhas dos empresários mais melindrosos, que não ousariam investir fora do País. Migalhas, porque estes canalizariam para o investimento só o capital que lhes sobrasse do pecúlio para uma vida boa e sossegada. Sabe-se já o coro de críticas que vão surgir dessa esquerda. Mas também sei que muita boa gente ainda continua a criticar Mário Soares, pelos contratos a prazo de três meses, de há muitos anos, de uma das vezes me que foi 1º Ministro! A altura era de grande crise para o País, como os mais velhos se lembram. A medida tanto criticada na altura, trouxe confiança aos investidores, gerando muito mais emprego e riqueza, apesar dos sindicalistas da Intersindical afirmarem sempre o contrário. Claro, percebe-se a atitude desta organização sindical, se tivermos em conta a forma; tem outra filosofia da economia de mercado. Mas essa já foi usada há muito e é passado! Hoje os tempos são outros, o mundo está globalizado e a prossecução de tal política traria mais miséria aos trabalhadores.
Estou convicto que o Orçamento 2010 não será tão mau, como muitos pretendem, para quem vende a força do trabalho, não só devido à novas medidas sociais que vão ocorrer na vigência do Orçamento, mas também a novos incentivos para as empresas de forma que estas poderão recuperar os seus mercados e descobrirem novos, levando a mais produção, com melhor qualidade dos produtos, gerando mais transacções o que permitirá recuperar o mercado do emprego lentamente, com passos certos e sem grandes turbulências no seio dos empregados. Aos poucos, perante as novas realidades da concorrência interna e externa, quem trabalha perceberá quem os defende. Estou certo, que OE deste ano será o inicio da caminhada para Portugal sair da crise, conjuntamente com outros países. Quase todas as economias sairão da "ressaca" vivida nos últimos dois anos, ocasionada pela "dita" crise, que a todos fez doer e a qual nenhuma escapou.
Estou convicto que o Orçamento 2010 não será tão mau, como muitos pretendem, para quem vende a força do trabalho, não só devido à novas medidas sociais que vão ocorrer na vigência do Orçamento, mas também a novos incentivos para as empresas de forma que estas poderão recuperar os seus mercados e descobrirem novos, levando a mais produção, com melhor qualidade dos produtos, gerando mais transacções o que permitirá recuperar o mercado do emprego lentamente, com passos certos e sem grandes turbulências no seio dos empregados. Aos poucos, perante as novas realidades da concorrência interna e externa, quem trabalha perceberá quem os defende. Estou certo, que OE deste ano será o inicio da caminhada para Portugal sair da crise, conjuntamente com outros países. Quase todas as economias sairão da "ressaca" vivida nos últimos dois anos, ocasionada pela "dita" crise, que a todos fez doer e a qual nenhuma escapou.
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Partilhar!
Aprender com os outros não custa! Todavia, torna-se mais difícil ao ser humano, quando se tem de partilhar. Este, é um bom exemplo de um serviço Social descentralizado, certamente com custos muito reduzidos. São aproveitados os espaços físicos e ganham as pessoas.
Etiquetas:
crise,
curtas,
politica local,
solidariedade
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Fome ou fartura?
Não há fome que não dê em fartura. Muita tinta ainda vai rolar por causa da gripeA a nível de muitos países! Recordo que a grande confusão gerada por esta gripe ocorreu em pleno rebentamento da crise mundial, atravessando transversalmente quase todos os países. Tanto nas nações com mais recursos, como nos países menos abastados: era o auge da recessão económico-financeira.O aparecimento da gripe foi um maná caído dos céus, que os líderes das nações souberam aproveitar, com presenças quase assíduas nos media, vendendo as medidas preventivas, que cada ser humano devia tomar. A "dita" foi esquecida e todos os cidadãos se sentiram reconfortados com a super protecção em matéria de saúde, que o seu país lhes oferecia. Ainda bem!
Os laboratórios obtiveram maiores lucros, vendendo lotes de vacina antigos e actuais às carradas. Os governos cumpriram a sua missão reduzindo, não só a depressão nas famílias no tocante à sua saúde financeira, mas também perante o caos que se adivinhava em matéria de saúde pública. Os cidadãos começaram a dormir mais descansados, apesar de mais dificuldades económicas. Alguém os defendia?!!!
Atrevo-me a afirmar que a gripe e a crise são panóplias de vários ingredientes ocorridos num momento difícil, que o mundo atravessa, onde o factor globalização não pode ser esquecido.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








